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City Tour em Bragança do Pará / Vídeos & Fotos

Como tudo começou | a história de Bragança, nossos limites, como e por onde ir para Bragança

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Limites da cidade

Fundação de Bragança do Pará: 1634

Distância de Belém: 210 km

Localização: Messoregião do Nordeste Paraense e Microrregião Bragantina.

Área: 2.091,930 km²

População: 113.227 habitantes

Limites: Norte, Atlântico; Sul, Santa Luzia do Pará e Viseu; Leste, Augusto Côrrea e Viseu; Oeste, Tracuateua.

À margem esquerda do rio Caeté está situado o município de Bragança, palco do primeiro pólo de ocupação européia da Amazônia, que logo se estabeleceu como a segunda cidade mais antiga do estado do Pará.

Um passeio pelo centro da cidade leva o visitante, de imediato perceber. A Arquitetura da época reflete a colonização européia nos séculos XIX e XX, que foi fundamental para o desenvolvimento do Municípío.

A natureza é primordial para o turismo em Bragança. Não bastasse as paisagens das praias, os manguezais, campos e iguarapés, a natureza ainda presentea a cidade com uma diversidade de espécies como: carangueijo, sururu, peixes, camarão, ostras e várias frutas regionais.

Da mandioca é produzida a melhor farinha de todo o Brasil, e está presente frequentemente na mesa do bragantino. Você que visita Bragança não pode deixar de participar desse farto banquete que a natureza oferece em nossa cidade.




Cidade de Bragança - Nossa história, nossos costumes....

Situada numa planície à margem do Rio Caeté, Bragança ainda guarda uma tranqüilidade das cidades do interior. Ornada de palmeiras, que lhe conferem uma imponência peculiar, a frente da cidade mostra toda a majestade e sensação acolhedora dos locais onde os rios ainda ditam o ritmo da vida. Possui, ao Norte de seu território, belezas incomparáveis que brotam de um ecossistema em que se destacam manguezais e quilômetros de praias.

Os primórdios de Bragança remontam a 1613, sendo os franceses da expedição de Daniel de La Touche, os primeiros brancos a conhecerem a região do Caeté, então habitada pelos índios Tupinambás, a 08 de julho daquele ano, porém existem controvérsias acerca da exatidão dessa data.

Em 1640, já consta registro de uma “villa de Caité”, num documento português de “Descrição de todo o Marítimo da Terra de Santa Cruz”, de João Teixeira. Bragança ainda se viu envolvida numa disputa. Pertencente a Capitania do Gurupi, o Rei da Espanha, Filipe II, doou em 09 de fevereiro de 1622, o seu território ao Governador geral do Brasil na época, Gaspar de Souza. Onze anos depois, Francisco Coelho de Carvalho deu a capitania a seu filho, Feliciano. Reclamando a posse das terras junto à Corte de Madri, Álvaro de Souza, filho de Gaspar, ganhou a capitania de volta.

De posse das terras, Álvaro de Sousa tornou-se um grande empreendedor, fundando à margem direita do Caeté, o primeiro núcleo populacional, com o nome de Vila de Souza do Caeté. Por problemas de comunicação com Belém, Álvaro de Souza levou o povoado para a margem esquerda do rio, onde está atualmente a cidade de Bragança. O antigo povoado ficou conhecido como Vila Cuera, ou Vila que-era.



Em 1763, transformou-se em freguesia sob o nome de Nossa Senhora do Rosário. Com população maciçamente indígena, a freguesia ganhou impulso quando o Governador da Província do Maranhão e Grão-Pará, Francisco Xavier de Mendonça Furtado elevou-a a categoria de vila, com o nome de Nossa Senhora do Rosário de Bragança. Trinta casais açorianos vieram para a vila, que graças à sua posição geográfica privilegiada, entre Belém e São Luís, ganhou importância política e econômica. E só em 1854, através da resolução nº 252, de 02 de outubro, a vila tornou-se cidade, por determinação do Presidente da Província, tenente-coronel Sebastião do Rego Barros, com o nome de Bragança.

Bragança já teve seu período áureo na história do Pará, quando da instalação da Estrada de Ferro de Bragança, cuja extinção, na década de 1960, contribuiu para o declínio considerável da economia e do desenvolvimento da região e do município. Muitas marcas daquele período ainda se percebem na arquitetura bragantina.

Toda a cultura exposta na história de Bragança se manifesta de forma mais completa na celebração da Festividade do Glorioso São Benedito, com a Marujada, fundada a 03 de setembro de 1798, maior contribuição de fé e cultura, de história e folclore do povo, em honra ao Santo Preto, iniciada pelos antigos escravos da vila, em 1798, cujas datas principais são os dias que compreendem o período de 18 a 26 de dezembro, quando acontece a festa e a procissão solene.

Aliada a festa e não podendo dela ser desvencilhada, acontece a festa da Marujada, que reúne rituais coreográficos como a Roda, o Retumbão, o Chorado, a Mazurca (ou Mazunga), o Xote, a Valsa, o Arrasta-pé e a Contra-dança. O que o quotidiano nega àquelas pessoas o tempo da festa proporciona. Certa posição de superioridade perante os demais, dando mais ênfase aos humildes. É o binômio festa e dança que permite a recriação, pelos marujos e marujas, da sua identidade de grupo social dentro de um sistema mais abrangente que é o conjunto da sociedade. É pela festa e pela dança que a presença da Marujada, cada vez mais operante na vida bragantina e paraense, se recria e retoma o amplo aspecto de dominação que a gerou e o espírito que a sustentou durante os mais de duzentos anos de sua história, comemorados em 1998.

Pontos turisticos de Bragança ...

Os pontos mais visitados da cidade de Bragança no período são os ligados ao Centro Histórico e ao Largo de São Benedito. Todo o complexo, formado pela Igreja (construída por volta de 1753, de herança jesuíta, com traços barrocos na parte interna, abrigando a efígie de São Benedito, centro dos festejos da Marujada); Praça Fernando Guilhom, Prefeitura Municipal de Bragança, Palacete Augusto Corrêa, construção datada de 1902, sendo uma cópia fiel do Palácio de Bragança, em Portugal; Coreto Pavilhão Senador Antonio Lemos, trazido da Europa e montado em 1910, na administração do Intendente Antônio da Costa Rodrigues, no centro da Praça Marechal Deodoro.

Estamos diante de manifestações de dança, reza, canto e louvores ao padroeiro de Bragança (ao lado de Nossa Senhora do Rosário) que correspondem a uma dualidade de aspectos culturais, religiosos e profanos dentro de um só contexto. Identifica-se, no catolicismo, que envolve apenas o ritual (e sob a égide da dominação), três formas de encontrar a homenagem e a volta às origens que fundamentam essa característica: a devoção, o prazer e a mescla desses dois amplos aspectos numa só manifestação folclórico-religiosa.

Considerada uma das mais belas praias do litoral brasileiro, Ajuruteua, uma das mais belas praias do litoral paraense, a 36 km da sede, tendo como acesso estrada asfaltada, recebe a cada ano, nas férias de julho e outras datas, considerável número de turistas que vão curtir sua paisagem natural de manguezais e um agitado programa de veraneio. Com ela, destaca-se a Ilha de Canelas, santuário ecológico, na costa oceânica de Bragança, com acesso pelo Taperaçu Porto, à uma hora de barco. Abriga várias espécies de aves, com ênfase ao guará (endocimus ruber), que faz da ilha seu ninhal e as áreas de manguezal, ecossistema de transição entre ambientes terrestres e marinhos, característico de regiões tropicais costeiras, sujeito ao regime de marés. Ocupa 10% da área do município e é uma das maiores áreas de manguezal do mundo.

Esperamos que todos os setores continuem contribuindo para a divulgação do nome de nossa terra, chamando atenção para a grande vereda, imensa plaga que é Bragança, a Pérola do Caeté, terra da Marujada de São Benedito, terra de Marujo.

Fonte: Prof. M.Sc. Dário Benedito Rodrigues, historiador.



Histórico ...

De origem portuguesa, o topônimo, segundo Xavier Fernandes, deriva-se Brigância e, segundo outros, de beneguerença. A região, inicialmente habitada pelos índios apotiangas da nação dos tupinambás, recebeu seu primeiro visitantes em 1613, com a entrada dos franceses da expedição de Lavardiere no Amazonas. Em seguida veio Pedro Teixeira, que por ali passara levando a Jerônimo de Albuquerque, no Maranhão, a notícia da fundação de Belém.

O município bragantino, entre Tury-açu e Caeté, fazia parte da capitania Gurupi, doada por Felipe III, de Espanha, em 1622, a Gaspar de Souza, Governador-Geral do Brasil. Em 1633, Álvaro de Souza, filho do Governador Geral, recorreu à Corte de Madri, por ter sido a mesma capitania transferida por Francisco Coelho de Carvalho a seu filho Feliciano Coelho de Carvalho e ali instalada a sede da capitania, com o nome de Vera Cruz, à margem direita do rio Caeté, com a denominação de Souza, a sede foi transferida para a margem direita do rio Caeté, com a denominação de Sousa do Caeté, sem alcançar, contudo o progresso desejado, dado o desenvolvimento da cidade à margem esquerda do mesmo rio Piriá.

Confirmando a posse de Álvaro de Souza, a Sede foi transferida para a margem direita do rio Caeté, sem alcançar, contudo o progresso desejado, dado o desenvolvimento da cidade à margem esquerda do mesmo rio. No século seguinte, em 1753, ao constatar que o núcleo estava extinção, Francisco Xavier de Medonça Furtado, Governador do Grão Para, decidiu transferi-lo para o local onde hoje se encontra a Sede do município, dando à vila criada o nome de Bragança. No mesmo ano, foi elevado a município e revertido à Coroa.

Formação Administrativa ...

Elevado à categoria de vila com a denominação de Bragança, Em 1753.

Elevado à categoria de cidade e sede do município com a denominação de Bragança, pela lei provincial nº 252, de 02-10-1854.

Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1933.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o município aparece constituído de 6 distritos: Bragança, Almoço, Alto Quatipuru, Benjamim Constant, Emboraí e Urumajó.

Pelas leis estaduais nºs 137, e 38, de 05-10-1937, são criados os distritos de Carateteua, Mocajuba, Piabas e Recife e anexado ao município de Bragança.

Pelo decreto-lei estadual nº 3131, de 10-10-938, o distrito de Alta Quatipuru passou a denominar-se Tracuateua e o distrito de Mocajuba a denominar-se Nova Mocajuba.

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 10 distritos: Bragança, Almoço, Emboraí, Nova Mocajuba, Piabas, Recife, Tracua ex-Alto Quatipuru e Urumajó.

Pelo decreto-lei estadual nº 4505, de 30-12-1943, o distrito de Benjamim Constant passou a denominar-se Tijoca. Sob o mesmo decreto acima citado o distrito de Recife a denominar-se Itapixuna.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município e constituído de 10 distritos: Bragança, Almoço, Caratateua, Emboraí, Itapixuna, Nova Mocajuba, Piabas, Tijoca, Tracuateua e Urumajó.

Pela lei estadual nº 2460, de 29-12-1961, desmembra do município Bragança os distritos de Emboraí, Itapixuna e Urumajó. Para formar o novo município com a denominação de Augusto Corrêa.

Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 7 distritos: Bragança, Almoço, Caratateua, Nova Mocajuba, Piabas, Tijoca e Tracuateua.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VI-1995.

Pela lei estadual nº 5858, de 29-09-1994, desmembra do município de Bragança o distrito de Tracuateua. Elevado à categoria de município.

Em divisão territorial datada de 15-VII-1997, o município é constituído de 5 distritos: Bragança, Almoço, Caratateua, Nova Mocajuba e Tijoca.

Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído de 6 distritos: Bragança, Almoço, Caratateua, Nova Mocajuba, Tijoca e Vila do Treme.

Fonte: biblioteca.ibge.gov.br


Transportes Aéreo e Terrestres




Percurso de Belém (Capital do Pará) a Bragança, até a Praia de Ajuruteua, nordeste paraense.



ACESSO VIA AÉREA - Táxi aéreo (Custo do frete médio de monomotor p/ 4 pessoas) - Obs: Com uma taxa adicional de 10% pode-se solicitar ao piloto um vôo panorâmico pelo litoral.

Saídas do Aeroporto Júlio César em Belém

Destino: Pista de pouso, nao homologada, com pavimento asfaltico e 1.250 mts. de extensao, operante do nascer ao pôr do sol na cidade de Bragança.

Via Rodoviária (BR 316 E PA 242)

Ônibus: Transporte Boa Esperança - Tempo médio de viagem - (+/-) 3:20 hs para percorrer os 210 km de estrada. Bilhete com pequenos custos varia de Ônibus leito ou ônibus com Ar Condicionado, além de transporte por VANS com saída de hora em hora do terminal rodoviário de Belém com destino a estaçao rodoviária "Eng. Teivelino Guapindaia" - Tel. (91) 3425.1263, na cidade de Bragança e vice versa.




Hino Nacional Brasileiro (MP3)

A letra do hino nacional do Brasil foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e a música é de Francisco Manuel da Silva (1795-1865). Tornou-se oficial no dia 1 de setembro de 1971, através da lei nº 5700. Existe uma série de regras que devem ser seguidas no momento da execução do hino. Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional. É executado em determinadas situações, entre elas: cerimônias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos esportivos internacionais.

Hino do Estado do Pará

A letra do Hino do Estado do Pará foi escrita por Artur Teódulo Santos Porto e a melodia composta por Nicolino Milano. Foi oficializado pela Emenda Constitucional do Estado do Pará nº 1 de 29 de outubro de 1969.

Hino de Bragança

Poucos bragantinos sabem quem foram os autores do belíssimo e inspirado hino de Bragança. A letra se deve a um dos maiores compositores de Bragança, o poeta Antônio Telles de Castro e Souza, uma das expressões intelectuais do século XX. O autor da música foi o compositor Raimundo Mota da Cunha, que iniciou sua vida como músico aos 16 anos de idade, ingressando na Escola de Música do professor Constantino Augusto César. No Hino existe toda a poesia que a nossa paisagem encerra, o canto mavioso de nossas aves, a verdadeira exaltação a esta terra.

Hino da Guarda Municipal

O hino da Guarda Municipal foi escolhido em concurso aberto em 2007, vencido por Aurimar Silva Araújo, e gravado pela Orquestra da Fundação Carlos Gomes, na capital do Estado, e apresentado oficialmente ao público bragantino no dia 20 de junho de 2008.

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