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Estados Unidos pedem que eventual governo palestino reconheça Israel

Crédito/fonte: Da Agência EFE / Agência Brasil de Notícias - Data: 19 de outubro de 2017


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O enviado especial dos Estados Unidos para o Oriente Médio, Jason Greenblatt, pediu nesta quinta-feira (19) que um eventual governo de unidade palestina reconheça o Estado de Israel.

Um governo palestino "deve comprometer-se de maneira inequívoca e ambígua à não violência, reconhecer o Estado de Israel, aceitar os acordos e obrigações anteriores entre as partes, incluindo o desarmamento dos terroristas e o compromisso com negociações pacíficas", disse Greemblatt, através de um comunicado.

"Se o Hamas vai desempenhar algum papel em um governo palestino, deve aceitar estes requisitos básicos", acrescentou o enviado do presidente dos EUA, Donald Trump.

É a resposta do governo americano aos esforços de reconciliação entre os islâmicos do Hamas e os nacionalistas do Al Fatah, partido que controla a Autoridade Nacional Palestina (ANP). As informações são da agência de notícias EFE.

Na semana passada, as duas forças assinaram um pacto no Cairo, sob mediação egípcia, para finalizar uma década de divisão política desde que o Hamas expulsou da Faixa de Gaza as forças leais de Abbas e assumiu o controle do enclave costeiro, criando de fato dois governos palestinos, um em Gaza e outro na Cisjordânia.

Em virtude do acordo, o governo de consenso da Cisjordânia retomará o controle administrativo de Gaza, e a segurança e a gestão das fronteiras.

Bloqueio sobre Gaza

Israel, que como a União Europeia e os EUA, considera Hamas um grupo terrorista, mantém um bloqueio sobre Gaza desde 2007 e adiantou, após o anúncio, que não reconhecerá o pacto, mas não vai romper relações com a ANP, nem vai impedir seu cumprimento, por considerar que pode beneficiar seu país.

No entanto, advertiu que não estabeleceria negociações diplomáticas com um governo palestino relacionado com o Hamas se este não cumprir com determinadas condições, como as que os Estados Unidos pedem hoje.

"Todas as partes concordam ser essencial que a ANP possa assumir de forma plena, genuína e sem obstáculos, as responsabilidades civis e de segurança em Gaza, e que trabalharemos lado a lado para melhorar a situação humanitária dos palestinos que ali residem", disse Greenblant.





Juíza determina prisão de líderes independentistas catalães por insurreição

Crédito/fonte: Da EFE / Agência Brasil de Notícias - Data: 17 de outubro de 2017


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A juíza da Audiência Nacional da Espanha Carmen Lamela determinou nesta segunda-feira a prisão, sem pagamento de fiança, dos líderes das organizações independistas Assembleia Nacional Catalã (ANC) e Òmnium Cultural, Jordi Sánchez e Jordi Cuixart, respectivamente, pelo crime de insurreição. As informações são da agência de notícias espanhola EFE.

Os dois dirigentes são acusados de promover uma manifestação popular que visava a impedir uma operação de busca e apreensão por parte de agentes da Guarda Civil Espanhola, em 20 de setembro, na sede da Secretaria de Economia da Catalunha. Essa operação era uma das medidas do governo central para impedir o referendo separatista catalão de 1º de outubro, considerado ilegal pelo Tribunal Constitucional espanhol.

Sánchez e Cuixart foram os únicos dos quatro investigados por insurreição, em relação a esse caso, que tiveram prisão decretada, após pedido do Ministério Público espanhol.

Segundo o despacho da decisão da juíza, os dois se mantiveram à frente de manifestações populares "durante todo o dia", "encorajando e dirigindo a ação dos manifestantes, incitando-os a permanecer no local e lhes dando ordens". No caso, os guardas civis ficaram cercados na secretaria por cerca de 24 horas e só conseguiram sair escoltados, enquanto tiveram suas viaturas depredadas.

Para decretar a prisão, a juíza apontou risco de reiteração de crime, "já que operam dentro de um grupo organizado de pessoas", e também observou "alta probabilidade" de que os investigados possam ocultar, alterar ou destruir provas.

Além dos acontecimentos de 20 de setembro, Carmen Lamela destacou que as mesmas contas de Whatsapp utilizadas para promover a manifestação em frente à secretaria também foram usadas em 1º de outubro, data da realização do referendo. A partir delas, os dois acusados "fizeram chamadas aos participantes, animando-os a permanecer nos colégios eleitorais e apresentar resistência às autoridades policiais".

Ainda em relação aos distúrbios de 20 de setembro, a magistrada relatou que os separatistas catalães enviaram mensagens nas redes sociais que não pediam a participação em uma manifestação pacífica, mas para a "proteção" dos governantes regionais, com palavras de ordem como "parem a Guarda Civil".

"Todos estes fatos de caráter objetivo evidenciam (...) que a atuação de ambos os investigados, apelando à resistência, era orientada a impedir a aplicação da lei", diz o despacho.

Com isso, segundo a juíza, os dois pretendiam "estimular e garantir a realização do referendo ilegal de independência e, com isso, a proclamação de uma república catalã, independente da Espanha, transgredindo, com isso, a Constituição".

A juíza apontou Cuixart e Sánchez como os "interlocutores" das mobilizações e destacou que eles não aceitaram as opções apresentadas por especialistas em segurança para evitar ou diminuir os riscos de confrontos, nem tentaram desconvocar ou diluir as manifestações.





Número de mortos em atentado na Somália passa de 200

Crédito/fonte: Da Agência Télam / Agência Brasil de Notícias - Data: 16 de outubro de 2017


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O duplo atentado com caminhões-bomba que sacudiu a capital de Somália neste sábado converteu-se em um dos piores ataques das últimas décadas neste país africano. O número de vítimas chegou a 215 e, segundo fontes hospitalares, há 350 feridos.

O atentado atingiu o Hotel Safari e um concorrido mercado de Mogadiscio. A maioría dos mostos eram civis, principalmente vendedores ambulantes que comerciavam em una das ruas mais movimentadas da cidade. Segundo o portal de notícias local Radio Garowe, um importante funcionário do Ministério do Comércio é uma das vítimas.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha confirmou, em um comunicado, que quatro de seus colaboradores locais morreram no atentado, mas este número pode aumentar porque muitos membros da organização estão desaparecidos.

O presidente de Somália, Mohamed Abdullahi Farmajo, decretou três días de luto e fez um apelo urgente à população para que doar sangue aos hospitais, muitos sem condições de atender e salvar a vida dos feridos.

Situada na costa leste do continente, na região conhecida como Chifre da África, a Somália tem mais de 10 milhões de habitantes e é um país de maioria muçulmana.





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