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Papa expulsa cardeal norte-americano acusado de abusos sexuais

Crédito/fonte: Agência Brasil - Agência de Notícias - Data: 17 de fevereiro de 2019


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O Vaticano anunciou neste sábado (16) que a Congregação para a Doutrina da Fé expulsou do sacerdócio o ex-cardeal e arcebispo emérito de Washington (EUA), Theodore McCarrick, de 88 anos.

Ele foi acusado de abusos sexuais a menores e seminaristas, informou a assessoria de imprensa da Santa Sé, através de um comunicado.

Esta é a primeira vez na história da Igreja Católica que um cardeal perde seu título em razão de abusos sexuais.

A decisão acontece depois da investigação sobre o caso ordenada pelo papa Francisco e poucos dias antes de o Vaticano realizar – na próxima semana - uma reunião histórica contra os abusos a menores por parte de religiosos.

* Com informações da RTP - emissora pública de televisão de Portugal.





Espanha deve antecipar eleições para abril

Crédito/fonte: Agência Brasil - Agência Brasil de Notícias - Data: 16 de fevereiro de 2019


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Após a rejeição pelo parlamento da Espanha à proposta de Orçamento do Estado enviada pelo governo, as eleições no país devem ser antecipadas para 28 de abril. Há oito meses no comando do governo, o primeiro-ministro, Pedro Sánchez, foi alvo de uma série de protestos nos últimos dias.

Sánchez assumiu em substituição a Mariano Rajoy, que sofreu moção de censura, sob suspeição de envolvimento em um escândalo de corrupção. O atual primeiro-ministro foi o autor da moção aprovada pelo Congresso espanhol.

A Espanha vive um momento de acirramento em decorrência da discussão sobre o voto dos defensores da independência da Catalunha.

O parlamento se reúne também para discutir o processo de exumação dos restos mortais do ditador Francisco Franco.

* Com informações da RTP, emissora pública de televisão de Portugal.





Trump deve declarar emergência nacional para financiar muro

Crédito/fonte: Agência Brasil - Agência Brasil de Notícias - Data: 15 de fevereiro de 2019


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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve declarar emergência nacional para financiar o muro na fronteira com o México. A informação foi divulgada pela Casa Branca nesta quinta-feira (14) nas redes sociais, alegando que a medida é necessária para “garantir” a segurança nacional e o fim da crise humanitária na região.

A construção do muro na área fronteiriça causou um impasse nos Estados Unidos. Republicanos e democratas divergem sobre a alternativa apresentada por Trump.

No mês passado cerca de 800 mil servidores federais nos Estados Unidos foram dispensados ​​das atividades ou trabalham sem receber os salários, impactos da paralisia provocada pelo impasse entre o governo republicano e os democratas.

O debate está atrelado à votação do orçamento em votação no Congresso, que foi aprovada na Câmara, e falta o Senado.

A Casa Branca via Twitter defendeu a construção do muro. "[Para] assegurar o fim da crise humanitária e de segurança nacional na fronteira", informou. “O presidente está mais uma vez cumprindo sua promessa de construir o muro, proteger a fronteira e dar segurança ao nosso grande país.”

Histórico

A fronteira do México com os Estados Unidos tem sido palco de uma série de incidentes, inclusive com agentes públicos norte-americanos disparando gás lacrimogêneo contra uma multidão de imigrantes no lado mexicano. Duas crianças também morreram na custódia da patrulha de fronteira.

As travessias ilegais caíram para menos de 400 mil no ano passado. Em 2000, o número era de 1,6 milhão. Há atrasos nos processos de asilo e imigração na fronteira. Os críticos afirmam que muitos dos que estão no país ilegalmente sofrem com as dificuldades para legalização.





China e Cuba enviam medicamentos e peças de reposição para Venezuela

Crédito/fonte: Agencia Brasil - Agência de Notícias - Data: 14 de fevereiro de 2019


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Os governos da China e de Cuba enviaram 18 milhões de suprimentos médicos, incluindo anestésicos, vacinas, antibióticos, nutrientes para gestantes, analgésicos, protetores gástricos, entre outros. De acordo com a oposição venezuelana, 300 mil venezuelanos correm risco de morrer por falta de assistência.

Além dos medicamentos, há peças de reposição e kits de diagnóstico. O centro de distribuição está no porto de La Guaira, no estado de Vargas, e de lá as doações serão enviadas para diferentes locais do país. A expectativa é que a distribuição ocorra durante uma semana.

O ministro da Saúde, Carlos Alvarado, disse que os medicamentos chegaram em 64 contêineres, somando um total de 25 milhões de euros. De acordo com ele, os suprimentos foram negociados via Fundo Chinês e Organização Pan-Americana da Saúde.

As doações de Cuba e da China ocorrem no momento de acirramento da crise na Venezuela e do impasse político entre o presidente Nicolás Maduro e o interino, Juan Guaidó. Guaidó conta com apoio de boa parte da comunidade internacional para envio de ajuda humanitária. Segundo o interino, há bloqueio para a chegada de doações externas.

Cuba e China são governos aliados de Maduro. Guaidó se queixa das dificuldades impostas para a entrada na Venezuela de doações de países que o apoiam, como o Brasil.

* Com informações da AVN, agência pública de notícias da Venezuela.





Júri dos EUA condena traficante mexicano El Chapo

Crédito/fonte: Agência Brasil - Agência de Notícias - Data: 13 de fevereiro de 2019


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Um júri norte-americano condenou o narcotraficante mexicano Joaquín Archivaldo Guzmán Loera, conhecido como El Chapo, por todas as dez acusações contra ele. Ele foi julgado em Nova York, nos Estados Unidos, e pode ser condenado à prisão perpétua pelas acusações.

Entre as acusações, El Chapo foi condenado por conspiração internacional para distribuição de cocaína, metanfetaminas e maconha; uso de armas e lavagem de dinheiro. Os 12 jurados ouviram depoimentos de testemunhas e analisaram documentos.

O narcotraficante se recusou a prestar depoimento em defesa própria. O mexicano é apontado como um dos principais líderes do tráfico de drogas no mundo. El Chapo era o chefe do Cartel de Sinaloa, organização responsável pelo destino de parte da cocaína enviada para os Estados Unidos, e está preso no Manhattan Correctional Center, desde janeiro de 2017.

A idade de El Chapo é incerta porque ele tem documentos com datas distintas de nascimento: em um, teria 61 anos, em outro, 63.

Detido várias vezes desde 1993, foi capaz de fugas cinematográficas. A caçada a ele envolveu autoridades e agentes dos Estados Unidos e do México. Preso, ele foi extraditado para os Estados Unidos.

El Chapo nega ser o chefe do Cartel de Sinaloa.

* Com informações da Notimex





Brasil vai instalar centro de ajuda para venezuelanos em Roraima

Crédito/fonte: Agência Brasil - Agência de Notícias - Data: 12 de fevereiro de 2019


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O governo do Brasil vai instalar um centro de distribuição de ajuda humanitária em Roraima, na fronteira com a Venezuela. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira (11) durante reunião entre o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e a nova embaixadora María Teresa Belandria, designada para função há seis dias por Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino da República.

"Agradecemos a todo o povo do Brasil, que entende as necessidades de todo o povo venezuelano e que não teve tipo algum de resistência [ao povo venezuelano]”, disse María Teresa Belandria.

“Espero que logo acabe o pesadelo e que o governo legítimo do presidente Juan Guaidó possa avançar em uma relação mais firme”, acrescentou a embaixadora, informando que aguarda a alta médica do presidente Jair Bolsonaro para se reunir com ele.

Não está definido se o centro de distribuição será instalado em Pacaraima e Boa Vista. A recém-nomeada embaixadora disse que terá encontros nos próximos dias com o grupo de trabalho responsável pela ajuda humanitária coordenado pelos ministérios da Defesa e Saúde.

Segundo María Teresa Belandría, a população venezuelana precisa de alimentos, medicamentos, além de apoio logístico, transporte e segurança.

De acordo com a comitiva venezuelana, formada pela embaixadora e o deputado Lester Toledo, da Assembleia Nacional, que estará na coordenação do apoio ao centro de distribuição a ser instalado em Roraima, doações de outros países, como os que compõem o Grupo de Lima, dos Estados Unidos, Canadá e da Europa, devem passar também pelo Brasil.

O Brasil deve participar da ajuda humanitária também com apoio político e das agências, além de instituições internacionais.

Reconhecimento

María Teresa Belandria disse que durante o encontro com Araújo entregou as cartas credenciais e apresentou-se para assumir a representação em Brasília. Porém, ela não poderá se instalar na Embaixada da Venezuela, pois os representantes do governo Nicolás Maduro permanecem no local.

Além do Brasil, vários países, como a maioria que integra o Grupo de Lima, Estados Unidos, e vários da União Europeia, reconheceram o governo de Guaidó. Questionada se Maduro permanecer no poder como ficará sua situação, a embaixadora afirmou que tal hipótese não estava em consideração. “Não trabalhamos com esse cenário”, afirmou María Teresa Belandria.

Ao ser indagada sobre a impossibilidade de ocupar a embaixada em Brasília, María Teresa Belandria disse que "não precisamos de um prédio”. Na semana passada, ela se reuniu com o chanceler brasileiro em Washington, nos Estados Unidos.

Em relação às dificuldades de acesso ao território venezuelano, o deputado Toledo foi objetivo. "Como entrar? Com gente e acompanhamento das pessoas que querem mudança", disse o parlamentar, lembrando que há falsas informações cercando a ajuda humanitária e inclusive informando que os medicamentos são inadequados.





Milhares protestam na Espanha contra separação da Catalunha

Crédito/fonte: Agência Télam - Agência Brasil de Notícias - Data: 11 de fevereiro de 2019


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A Espanha teve neste domingo (10) dois protestos, um na capital, Madri, e outro em Santiago de Compostela, noroeste do país. Em Madri, dezenas de milhares de pessoas protestaram contra o primeiro-ministro do país, Pedro Sánchez (PSOE), defenderam a unidade da Espanha e eleições gerais. O ato foi convocado pelos partidos de direita e extrema-direita PP, Ciudadanos e Vox.

O protesto foi uma resposta à posição de Sánchez de aceitar dialogar com separatistas da Catalunha. No sábado (9), o primeiro-ministro afirmou que, a despeito disso, não aceitaria o resultado de um referendo para votar a independência do estado. Forças separatistas têm pleito antigo nesse sentido e em 2017 tentaram declarar independência, sem sucesso.

Os organizadores do ato afirmaram, em manifesto lido no evento, “seu profundo rechaço à traição perpetrada pelo governo da Espanha na Catalunha”. Segundo eles, o governo “cedeu à chantagem daqueles que querem destruir a convivência cidadã no país”. Em falas no protesto, condenaram o fato de Sánchez ter cedido a exigências dos separatistas para viabilizar a aprovação do orçamento geral do país.

Ao fazer isso, acrescentaram, o primeiro-ministro teria descumprido sua obrigação de resguardar a ordem constitucional do país e renunciado à preservação da unidade nacional. Caberia apenas ao conjunto do povo espanhol decidir sobre aspectos nesse sentido, inclusive sobre “o que é a Espanha e o que pode deixar de ser a Espanha”.

A partir desse conjunto de críticas, e rejeitando o aceite ou concessões do governo ao avanço e à concretização do processo de separação pretendido por grupos catalães, os partidos de direita incluíram como pauta do protesto a convocação de eleições gerais imediatamente.

SantiagoA pouco mais de 600 quilômetros, em Santiago de Compostela, no estado da Galícia, outro protesto reuniu milhares de pessoas. A pauta central era a defesa do sistema de saúde pública do estado contra propostas que, segundo os autores da manifestação, podem gerar prejuízos aos usuários ou o seu desmonte.

Contudo, em falas duranre a manifestação e nas redes sociais, apoiadores estabeleceram uma contraposição entre os dois atos, rejeitando o protesto em Madri por críticas aos partidos de direita e enaltecendo a atividade em Santiago.

Na rede social Twitter, o primeiro-ministro Pedro Sánchez ressaltou que o governo “trabalha pela unidade da Espanha e que isso significa unir os espanhóis, e não enfrentá-los, como fazem as direitas”. Segundo o primeiro-ministro, a democracia envolve muitas alternativas. “E a nossa é convivência, lei e diálogo na Catalunha”.

* Com informações da Télam.





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