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Mulher é acusada nos EUA de lavagem de dinheiro com bitcoins para apoiar o EI

Crédito/fonte: Da Agência EFE / Agência Brasil de Notícias - Data: 15 de dezembro de 2017


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Uma moradora da cidade de Long Island, no estado de Nova York, foi acusada formalmente nesta quarta-feira (14) em um tribunal federal de Nova York de lavagem de dinheiro com bitcoins e outras criptomoedas para financiar o grupo terrorista Estado Islâmico (EI). A informação é da EFE.

Zoobia Shanaz, de 27 anos, foi detida ontem e prestará depoimento em breve à juíza Kathleen Tomlinson para a leitura formal das cinco acusações que recebeu. A pena máxima, neste caso, é de 30 anos de prisão.

Segundo um comunicado da promotoria federal do distrito leste de Nova York, a mulher teria fraudado várias instituições financeiras em mais de US$ 85 mil e converteu a quantia em bitcoins e outras criptomoedas. Posteriormente, segundo as acusações apresentada pelos promotores, Shanaz lavou o dinheiro e o transferiu para fora do país para apoiar o Estado Islâmico.

O crime aconteceu entre março e julho, quando a acusada obteve um crédito bancário de US$ 22,5 mil e pediu cartões de crédito com os quais comprou US$ 62 mil em várias criptomoedas.

De acordo com a promotoria, a mulher fez então várias transferências que totalizavam US$ 150 mil para pessoas e empresas com sede no Paquistão, na China e na Turquia que visavam "beneficiar o EI".

Shahnaz, de nacionalidade americana, tentou deixar o país a partir do aeroporto John F. Kennedy, em Nova York, com destino à Síria, mas acabou detida.





Líderes muçulmanos pedem que mundo reconheça Jerusalém como capital palestina

Crédito/fonte: Da Agência Reuters / Agência Brasil de Notícias - Data: 14 de dezembro de 2017


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Líderes muçulmanos, reunidos na capital turca, rejeitaram nesta quarta-feira (13) o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Jerusalém como capital de Israel e pediram que o mundo responda reconhecendo Jerusalém Oriental como capital da Palestina.

O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, anfitrião da cúpula de mais de 50 países muçulmanos em Istambul, disse que a medida dos EUA significa que Washington abdicou de seu papel de mediador dos esforços para encerrar o conflito israelense-palestino.

"De agora em diante, está fora de questão os tendenciosos EUA serem um mediador entre Israel e a Palestina, este período acabou", afirmou Erdogan ao final da reunião dos países-membros da Organização para a Cooperação Islâmica. "Precisamos debater quem será o mediador de agora em diante. Isso precisa ser tratado na ONU também," ressaltou.

Um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores turco disse que os emires, presidentes e ministros reunidos em Istambul veem a ação de Trump "como um anúncio da retirada do governo dos EUA de seu papel de patrocinador da paz".

A entidade descreveu a decisão como "um solapamento deliberado de todos os esforços de paz, um ímpeto (por) extremismo e terrorismo e uma ameaça à paz e à segurança internacionais". Líderes como o presidente palestino, Mahmoud Abbas, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, e o rei Abdullah, da Jordânia, aliada próxima dos EUA, criticaram a medida norte-americana. "Jerusalém é e sempre será a capital da Palestina", disse Abbas, acrescentando que a decisão de Trump foi "o maior dos crimes" e uma violação da lei internacional.

A gestão Trump diz continuar comprometida a alcançar a paz entre israelenses e palestinos e que sua decisão não afeta as fronteiras ou o status futuro de Jerusalém. Além disso, sustenta que qualquer acordo de paz futuro plausível colocará a capital israelense em Jerusalém e que é preciso descartar políticas antigas para ressuscitar o processo de paz, interrompido desde 2014.

Mas Abbas disse que Washington mostrou que não pode mais ser um intermediário honesto. Jerusalém, reverenciada por judeus, muçulmanos e cristãos, está no cerne do conflito israelense-palestino há décadas. Israel capturou a árabe Jerusalém Oriental na Guerra dos Seis Dias, de 1967, e a anexou, numa ação jamais reconhecida internacionalmente. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que Washington tem um papel insubstituível para desempenhar na região.





Mundo está perdendo a batalha contra a mudança climática, alerta Macron

Crédito/fonte: Da Agência Reuters / Agência Brasil de Notícias - Data: 13 de dezembro de 2017


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O presidente da França, Emmanuel Macron, fez nesta terça-feira (12) uma avaliação desoladora da luta global contra a mudança climática a dezenas de líderes mundiais e empresariais durante reunião de cúpula na capital francesa sobre o Acordo de Paris. A informação é da agência Reuters.

"Estamos perdendo a batalha. "Não estamos nos mexendo rápido o suficiente. Todos nós precisamos agir", disse Macron, procurando injetar sangue novo em um esforço coletivo para a mudança climática que enfraqueceu no meio do ano, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a retirada de seu país do acordo climático, firmado dois anos atrás.

A ciência moderna está revelando a cada dia o perigo que o aquecimento global representa ao planeta, afirmou Macron, exortando os chefes de Estado, ministros e executivos reunidos a iniciarem uma nova fase do combate ao aquecimento global – apesar de nenhum compromisso internacional de caráter obrigatório ser anunciado na cúpula de hoje, denominada "Um Planeta".

Estratégias ecológicas

O foco está na maneira como instituições financeiras de financiamento público e privado podem mobilizar mais dinheiro e como investidores podem pressionar grandes corporações a adotar estratégias mais ecológicas. Mais de 200 investidores institucionais com 26 trilhões de dólares em ativos administrados disseram hoje que intensificarão a pressão para que os maiores emissores corporativos de gases de efeito estufa do mundo combatam a mudança climática.

Isso, dizem, seria mais eficiente do que ameaçar cancelar seus investimentos em empresas energéticas, como a Exxon Mobil, Coal India, Gazprom, e China Petroleum & Chemical Corp. Separadamente, o vice-presidente da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis, disse que está "encarando positivamente" planos de reduzir os requisitos de capital feitos por bancos a investimentos com viés ecológico, na tentativa de fortalecer a economia verde.

A ação poderia ser parte de uma série mais abrangente de medidas que a União Europeia pretende apresentar em março de 2018 para atingir a meta de cortar as emissões de carbono em 40% até 2030, para a qual se estima que cerca de 180 bilhões de euros em investimentos adicionais de baixa geração de carbono são necessários por ano.

Desastres globais

A mudança climática está causando enchentes, secas, tempestades e ondas de calor mais frequentes e severas em todo o mundo, já que as temperaturas globais médias estão batendo novos recordes, o gelo marítimo está derretendo no Ártico e o nível dos mares está se elevando.

Nações em desenvolvimento dizem que as ricas não estão alinhadas a um compromisso abrangente do Acordo de Paris, que data de 2009: o de providenciar 100 bilhões de dólares por ano até 2020 – dos setores público e privado – para ajudá-las a trocar os combustíveis fósseis por fontes de energia mais limpas e se adaptarem aos efeitos da mudança climática.





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