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Trump lança campanha para a sua reeleição

Crédito/fonte: Lyndsay Duncombe, repórter da CBC (Rádio e TV pública do Canadá) Washington - Agência Brasil de Notícias - Data: 19 de junho de 2019


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Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, lançar oficialmente sua campanha de reeleição em Orlando, na Flórida, na noite desta terça-feira (18), diante de uma multidão de 20.000 pessoas, ele não será nem favorito nem candidato sem chance.

Especialistas dizem que não é conclusiva a discussão se Trump continuará ou não seu trabalho no primeiro posto da nação norte-americana.

"Eu diria que talvez em 50/50", disse Kyle Kondik, editor-gerente do Sabato's Crystal Ball, um boletim político apartidário produzido na Universidade de Virginia Center for Politics.

Mas. em um primeiro momento, essa avaliação parece otimista.

Na verdade, o índice nacional de aprovação de Trump gira em torno de 40%. O único presidente desde 1945 que teve um índice de aprovação mais baixo nesta fase de seu primeiro mandato foi Jimmy Carter em 1977.

As classificações de aprovação nem sempre são os melhores indicadores do sucesso eleitoral. De acordo com a mesma análise feita por FiveThirtyEight, o Presidente George H.W. Bush estava sentado perto de 70 por cento neste momento em seu primeiro mandato, e mesmo assim viu-se derrotado pelo democrata Bill Clinton em 1992.

Para vencer, Trump precisa manter ou expandir sua base nos principais estados que ele conquistou em 2016. É uma tarefa difícil, mas há vários fatores importantes que podem levar Trump a uma segunda vitória, apesar de sua relativa impopularidade.

A tarefa é poderosa, especialmente quando um presidente em exercício preside uma economia em um tempo de relativa paz.

"Essas são as condições desafiadoras para um presidente em exercício que se propõe a vencer uma nova eleição", disse Kondik.





Sínodo: "Amazônia pede à Igreja que seja sua aliada"

Crédito/fonte: Cristiane Murray * Cidade do Vaticano - Agência Brasil de Notícias - Data: 18 de junho de 2019


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O mundo amazônico pede à Igreja que seja sua aliada: esta é a alma do Documento de Trabalho (Instrumentum Laboris) publicado na manhã desta segunda-feira (17 de junho) pela Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos e apresentado à imprensa.

O Documento é fruto de um processo de escuta que teve início com a visita do Papa Francisco a Puerto Maldonado (Peru) em janeiro de 2018, prosseguiu com a consulta ao Povo de Deus em toda a Região Amazônica por todo o ano e se concluiu com a II Reunião do Conselho Pré-Sinodal, em maio passado.

O território da Amazônia abrange uma parte do Brasil, da Bolívia, do Peru, do Equador, da Colômbia, da Venezuela, da Guiana, do Suriname e da Guiana Francesa, em uma extensão de 7,8 milhões de quilômetros quadrados, no coração da América do Sul. Suas florestas cobrem aproximadamente 5,3 milhões de km2, o que representa 40% da área de florestas tropicais do globo.

A primeira parte do documento, “A voz da Amazônia”, apresenta a realidade do território e de seus povos. E começa pela vida e sua relação com a água e os grandes rios, que fluem como veias da flora e fauna do território, como manancial de seus povos, de suas culturas e de suas expressões espirituais, alimentando a natureza, a vida e as culturas das comunidades indígenas, camponesas, afrodescendentes, ribeirinhas e urbanas.

Vida ameaçada, ameaça integral

A vida na Amazônia está ameaçada pela destruição e exploração ambiental, pela violação sistemática dos direitos humanos elementares de sua população. De modo especial a violação dos direitos dos povos originários, como o direito ao território, à autodeterminação, à demarcação dos territórios e à consulta e ao consentimento prévios.

Rios, manancial de povos

Segundo as comunidades participantes nesta escuta sinodal, a ameaça à vida deriva de interesses econômicos e políticos dos setores dominantes da sociedade atual, de maneira especial de empresas extrativistas. Atualmente, a mudança climática e o aumento da intervenção humana (desmatamento, incêndios e alteração no uso do solo) estão levando a Amazônia rumo a um ponto de não-retorno, com altas taxas de desflorestação, deslocamento forçado da população e contaminação, pondo em perigo seus ecossistemas e exercendo pressão sobre as culturas locais.

O clamor da terra e dos pobres

Na segunda parte, o documento examina e oferece sugestões às questões relativas à ecologia integral. Hoje, a Amazônia constitui uma formosura ferida e deformada, um lugar de dor e violência, como o indicam de maneira eloquente os relatórios das Igrejas locais recebidos pela Secretaria Geral do Sínodo.

Há quem se sinta forçado a sair de sua terra; muitas vezes cai nas redes das máfias, do narcotráfico e do tráfico de pessoas (em sua maioria mulheres), do trabalho e da prostituição infantil. Trata-se de uma realidade trágica e complexa, que se encontra à margem da lei e do direito.

Território de esperança e do “bem viver”

Os povos amazônicos originários têm muito a ensinar-nos. Reconhecemos que desde há milhares de anos eles cuidam de sua terra, da água e da floresta, e conseguiram preservá-las até hoje a fim de que a humanidade possa beneficiar-se do usufruto dos dons gratuitos da criação de Deus. Os novos caminhos de evangelização devem ser construídos em diálogo com estas sabedorias ancestrais em que se manifestam as sementes do Verbo.

Povos nas periferias

O Documento de Trabalho analisa também a situação dos Povos Indígenas em Isolamento Voluntário (PIAV). Segundo dados de instituições especializadas da Igreja (por ex., CIMI) e outras, no território da Amazônia existem de 110 a 130 diferentes “povos livres”, que vivem à margem da sociedade, ou em contato esporádico com ela. São vulneráveis perante as ameaças... do narcotráfico, de megaprojetos de infraestrutura, e de atividades ilegais vinculadas ao modelo de desenvolvimento extrativista.

Pará, comunidade ribeirinha do Rio Tapajós

A Amazônia se encontra entre as regiões com maior mobilidade interna e internacional na América Latina. De acordo com as estatísticas, a população urbana da Amazônia aumentou de modo exponencial; atualmente, de 70 a 80% da população reside nas cidades, que recebem permanentemente um elevado número de pessoas e não conseguem proporcionar os serviços básicos dos quais os migrantes necessitam. Não obstante tenha acompanhado este fluxo migratório, a Igreja deixou no interior da Amazônia vazios pastorais que devem ser preenchidos.

Igreja profética na Amazônia

Enfim, a última parte do Documento de Trabalho chama os Padres Sinodais da Pan-amazônia a discutirem o segundo binário do tema proposto pelo Papa: os novos caminhos para a Igreja na região.

* Com informações do site Vatican News.





Príncipe saudita acusa o Irã por ataques contra petroleiros

Crédito/fonte: NHK (emissora pública de televisão do Japão) RIAD - Agência Brasil de Notícias - Data: 17 de junho de 2019


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O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed Bin Salman, acusou o Irã pelo atentado contra dois navios petroleiros no Golfo de Omã, ao sul do Estreito de Ormuz. O ataque ocorreu na última quinta-feira (13).

Em entrevista a um diário estatal saudita, ele disse que o regime iraniano desrespeitou a presença de Shinzo Abe, o premiê do Japão, como convidado em Teerã, ou sequer respeitou os esforços do líder japonês ao atacar os petroleiros durante sua estadia em território iraniano. Salman também afirmou que um dos dois navios atacados era japonês.

De acordo com o príncipe saudita, os ataques mostram que o Irã tem desestabilizado a região direta ou indiretamente. Salman disse que o Irã está em uma encruzilhada e precisa decidir se quer ser um país que coopera com a comunidade internacional como os outros ou se prefere continuar a ser um "Estado pária".

Salman afirmou que o seu reino não deseja uma guerra na região, mas disse que não hesitará em enfrentar qualquer ameaça contra o seu povo, sua soberania e seus interesses vitais.

A Arábia Saudita é aliada dos Estados Unidos, outro país que tem culpado o Irã pelo ataque contra os petroleiros.

Trump

O presidente norte-americano, Donald Trump, também responsabilizou o Irã pelos ataques contra os petroleiros no Golfo de Omã.

Trump falou ao programa de televisão americano Fox & Friends na sexta-feira (14), após a Marinha dos Estados Unidos ter divulgado um vídeo que supostamente exibia uma embarcação com tropas de elite da Guarda Revolucionária do Irã removendo um explosivo não detonado de um dos petroleiros. Trump afirmou que o "Irã cometeu o ato e você sabe que eles fizeram porque você viu o barco".

Autoridades de Teerã estão negando qualquer envolvimento. Elas afirmam que o governo americano agiu imediatamente, fazendo suposições contra o Irã sem a posse de qualquer evidência factual ou circunstancial.





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