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Aplicativo SOS PM vai dar mais segurança a policiais militares

Crédito/fonte: Elck Oliveira / Agência Pará de Notícias - Data: 15 de fevereiro de 2019


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Os cerca de 16 mil policiais militares da ativa poderão contar, a partir desta quinta-feira (14), com mais uma ferramenta de proteção ofertada pelo Governo do Estado. É o aplicativo SOS PM, desenvolvido pela própria corporação com a chancela do governador Helder Barbalho e do comandante geral da PM-PA, coronel Dilson Júnior.

A ferramenta foi lançada oficialmente em uma cerimônia capitaneada pelo chefe do Executivo estadual, no Palácio do Governo. Na ocasião, Helder Barbalho solicitou à área de tecnologia da PM que inclua, tão logo seja possível, também os policiais civis, os bombeiros militares e os guardas municipais que desejarem, no cadastro do aplicativo, para que dele também possam fazer uso.

O SOS PM já está disponível na loja de aplicativos dos smartphones que funcionam com o sistema Android. Para acessá-lo é preciso baixar o software, fazer um cadastro simples e entrar no sistema. A partir daí, o policial já pode utilizar o botão do aplicativo, que funciona como uma espécie de botão do pânico. Acionado, o botão manda uma notificação para todos os usuários cadastrados no sistema e, também, para o Centro Integrado de Operações (CIOP).

Desta forma, o policial terá emitido um alerta para uma grande quantidade de agentes, que poderão socorrê-lo, tendo como base a sua localização, referenciada pelo próprio aplicativo. “No momento em que o policial manda a notificação para o sistema e outro agente clica sobre ela, já aparece para este agente a localização, a foto e o contato telefônico deste policial que está pedindo ajuda”, explicou o tenente-coronel Ariel Sampaio, do Centro de Informática e Telecomunicações (Citel), da PM.

A ferramenta foi desenvolvida por dois policiais militares, o cabo Evérton da Silva, ligado ao Citel, e o cabo Rogério Soares, vinculado ao Departamento Geral de Operações (DGO) da PM. Para o cabo Éverton da Silva, o grande diferencial do aplicativo é justamente a possibilidade de diminuição do tempo-resposta a uma eventual chamada de um policial que esteja em perigo, uma vez que todos os usuários cadastrados no sistema e o Ciop são acionados em tempo real pelo software quando um alerta é emitido.

“Assim, não apenas os policiais que estão de serviço, mas também os que estão de folga, e que porventura estejam mais próximos do evento, poderão ajudar. Na fase de testes, conseguimos resolver uma ocorrência em apenas dois minutos, o que antes não acontecia”, salientou Silva.

Já o cabo Rogério frisou o fato de que, por conta dos dados de localização existentes no sistema, será possível, posteriormente, a elaboração de relatórios e mapas que apontem os locais onde mais há ocorrência de ataques a policiais e, assim, o desenvolvimento de ações preventivas. “Sabemos que, quando a bandidagem quer se instalar, a primeira coisa que ela faz é atacar os policiais naquela área. Então, ter esse mapeamento será fundamental para prevenir as ocorrências”, analisou.

O comandante geral da PM, coronel Dilson Júnior, mostrou, por meio de levantamentos, que os casos de ataques a policiais aumentaram exponencialmente a partir do ano de 2013, quando os policiais passaram a contar com o kit pessoal de segurança, formado por arma e colete. Ainda segundo ele, em 2013, 27 policiais militares perderam a vida nesses episódios. Já no ano passado, foram 45 os casos.

“Com isso, os policiais passaram a ser alvo. Estatisticamente, a maioria deles que acabaram tombando foi atacada na folga e não no período de serviço. Daí a importância desse aplicativo, que vai acelerar a pronta-resposta e aumentar a rede de proteção ao policial”, frisou.

O governador Helder Barbalho fez questão de parabenizar os dois cabos da PM que desenvolveram o aplicativo e ressaltou todo o esforço que o Governo vem fazendo para diminuir os índices de violência no Estado, o que passa, necessariamente, pela valorização do servidor da área de segurança pública.

“Além de aumentar o efetivo nas ruas, as viaturas, de buscar parcerias com os outros poderes, também estamos buscando formas de valorizar o servidor, a fim de que ele possa se sentir motivado a exercer a sua função. Já está, por exemplo, bem avançado o processo de negociação para a oferta de unidades habitacionais para policiais civis e militares e, até o próximo dia 19, devemos fazer o anúncio oficial das primeiras unidades, que serão destinadas àqueles policiais que estão ameaçados ou em situação de risco”, informou Helder.

Inicialmente, o aplicativo SOS PM está disponível apenas para policiais militares da ativa. Em breve, os seis mil policiais da reserva poderão se cadastrar para ter o apoio. Também em mais alguns dias, os usuários do sistema IOS poderão baixar o software, que por enquanto está acessível apenas na loja de aplicativos do sistema Android. No site da PM-PA, os interessados poderão encontrar um tutorial sobre como utilizar o aplicativo, que já surge com cerca de dois mil usuários cadastrados.

Além do governador Helder Barbalho e do comandante geral da PM, coronel Dilson Júnior, participaram da cerimônia de lançamento do aplicativo o delegado-geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira; secretários de Estado; deputados federais e estaduais; vereadores de Belém; representantes do poder judiciário e policiais militares.





Força Nacional atende pedido do governo e chega ao Pará em março

Crédito/fonte: Governo do Estado do Pará / Agência Pará de Notícias - Data: 06 de fevereiro de 2019


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O secretário nacional de segurança Pública, Guilherme Theophilo, e o diretor da Força Nacional (FN), coronel Antonio de Oliveira, confirmaram ao governador Helder Barbalho, nesta segunda-feira (4), em Brasília, que a Força Nacional de Segurança chega ao Pará na segunda quinzena de março.

Segundo ele, parte da tropa que estava no Ceará, onde a situação já está mais controlada, vem a Belém para atuar a pedido do governador. “O número inicial é de 200 homens e a justificativa é o alto índice de criminalidade na capital paraense, conforme informado pelo governo estadual”, explicou o secretário.

Na reunião com o governador, ficou acertado que os policiais cedidos para a FN poderão vir ao Pará para somar aos agentes que já atuam no fortalecimento das ações de enfrentamento à criminalidade. A organização da chegada da Força Nacional começou ainda no dia 18 de janeiro, com a vinda a Belém do representante da instituição, major Otemar Bianchini. Na ocasião, ele e os representantes da Segurança Púbica do Estado definiram um relatório com o cronograma e plano de atuação produzido pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

Durante o encontro, Bianchini também visitou a estrutura que será usada para que a tropa federal estabeleça a logística no Estado. Uma vez finalizado o projeto de atuação tanto por parte do Sistema de Segurança do Pará, quanto da Força Nacional, o documento será encaminhado ao ministro da Justiça, Sérgio Moro, para autorização e publicação da portaria. Após esse trâmite começa a mobilização e deslocamento da FN para Belém.

Segundo o titular da Segup, Ualame Machado, além da Força Nacional com patrulhamento ostensivo, é possível que a tropa seja reforçada, ainda, com peritos de local de crime e homens da polícia judiciária para ajudar nas investigações. “Esse pleito também foi solicitado na última viagem, e possivelmente será atendido em breve”, informa.

Esperança – Para familiares de vítimas das chacinas que ocorrem em Belém desde 2014, a presença das tropas federais em Belém reascende a esperança de obter justiça. A voz de Suzana Matos, 49, ainda embarga quando ela fala do filho Márcio Rodrigues. Marcinho, como era conhecido entre os amigos, foi uma das vítimas da chacina de Belém, em novembro de 2014. Ele havia saído de uma pizzaria com a namorada, quando foi assassinado no bairro do Tapanã.

O casal coordenava projeto voltado para o ensino de futebol para 300 crianças carentes do bairro, iniciativa que a mãe tenta dar continuidade com a ajuda de doações. O inquérito policial que investigava a morte do jovem de 19 anos foi arquivado, e o autor do crime nunca foi localizado. Para Suzana, cinco anos depois do episódio, os familiares esperam políticas públicas eficazes, que possam reduzir a violência na cidade.

“Enquanto isso, tenho esperança de que o atual governo seja mais presente nas periferias”, diz. Ela acredita que a presença da Força Nacional na capital paraense possa não apenas combater a criminalidade em locais mais vulneráveis de Belém, mas também possa evitar o assassinato de outros inocentes. “Talvez esse reforço policial possa prevenir novas chacinas e punir os verdadeiros criminosos”, anseia.

Com informações da Ascom Segup.





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