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Denúncias de fraude em urnas serão registradas on-line

Crédito/fonte: Felipe Pontes / Agência Brasil de Notícias - 17 de outubro de 2018


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O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, disse nesta terça-feira (16) que todas as denúncias feitas por cidadãos nas seções eleitorais sobre irregularidades no processo de votação serão registradas em tempo real e disponibilizadas on-line para acompanhamento da apuração do caso.

Jungmann e a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, assinaram nesta terça-feira (16) um termo de orientação conjunta com diretrizes a serem seguidas por mesários e presidentes das seções eleitorais diante de denúncias sobre fraude nas urnas.

Nesses casos, os mesários e presidentes de seção deverão fazer o registro das denúncias e enviá-las em tempo real ao sistema da Justiça Eleitoral, por meio de uma funcionalidade acrescentada ao aplicativo Pardal, que já se encontra disponível.

“A grande vantagem aqui é que toda e qualquer denúncia estará registrada e colocada em rede aberta, e vocês vão poder conferir o se, o quando e o como, e qual o resultado daquela apuração. Essa é amaneira mais transparente que você pode dar a qualquer tipo de problema que seja verificado por qualquer eleitor ou eleitora”, disse Jungmann após assinar o termo, no TSE.

Segundo o ministro, o objetivo é desencorajar que denúncias sejam feitas após o eleitor deixar a seção eleitoral. Desse modo, acredita o ministro, ficaria mais fácil separar situações verdadeiras de boatos que tenham como objetivo somente abalar a credibilidade da urna eletrônica. Ainda de acordo com Jungmann, reclamações posteriores necessitariam assim apresentar também uma justificativa para não terem sido feitas na hora da votação.

“Acredito que qualquer denúncia que venha a ser feita, deve ser devidamente investigada e apurada. Agora, não entendo por que se você tem a mesa ali, o mesário está ali, o presidente [da seção] está ali, ele tem um aplicativo, tem a determinação de fazê-lo [registrar a denúncia], por que fazer depois? No mínimo uma justificativa tem que ser dada a esse respeito”, defendeu o ministro.

Jungmann informou que espera receber até o fim de semana um relatório da Polícia Federal (PF) com o resultado das investigações sobre todas as irregularidades em urnas eletrônicas relatadas no primeiro turno das eleições. Ele disse que “quem usa fake news para tirar a credibilidade ou para deturpar ou causar comoção, aí de fato não tem jeito, tem que ser punido”.





Cai número de deputados eleitos com votos próprios em 2018

Crédito/fonte: Karine Melo / Agência Brasil de Notícias - 16 de outubro de 2018


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A quantidade de eleitos e reeleitos que não precisaram dos votos da legenda partidária ou da coligação para atingir o objetivo eleitoral diminuiu em 2018 na comparação com as duas últimas eleições. Este ano, segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), foram 27 os que tiveram êxito nas urnas nessas condições, enquanto em 2014 foram 35, queda de, aproximadamente, 22,8%. Os eleitos com voto próprio em 2010 alcançaram 36.

Na lista dos mais votados, 19 são novatos. Nesse grupo há quatro mulheres e 15 homens. Entre os oito reeleitos, todos também são homens. Com votação expressiva esse grupo também ajudou outros nomes de suas coligações a entrarem na Câmara Federal.

Se não houver mudança na legislação, esta foi a última eleição em que as coligações são permitidas para as eleições proporcionais – deputado federal e estadual, além de vereador, cuja vaga é disputada em eleições municipais. Isso porque o Congresso aprovou no ano passado a Emenda Constitucional (EC) 97/17 proibindo este tipo de aliança a partir de 2020.

Partidos

Ainda segundo o Diap, entre os eleitos com votos próprios em 2018, um terço (9), são de partidos de esquerda, centro-esquerda e centro. São três do PT; três do PSB; um do PV; um do PSOL; e um do PROS. Os outros dois terços (18) são de centro-direita e direita. São sete do PSL; três do PSD; dois do PR; e um, respectivamente, do PSC, do PRB, do Avante; do DEM; do Novo; e do PMN.

A maioria, nesse segundo grupo, é de policiais, líderes evangélicos, parentes de políticos ou líderes de movimentos liberais como o MBL (Movimento Brasil Livre). “[Eles] Foram eleitos na esteira do que está se convencionando chamar de bolsonarismo, que surpreendeu a todos na reta final da campanha, que se encerrou no último dia 7 de outubro” avaliam os analistas do Diap.

Mais votado

Em números absolutos, o campeão nacional é o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que obteve 1.843.735 votos. Filho do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), o deputado é escrivão da Polícia Federal e vai assumir seu segundo mandato.

No quesito proporcionalidade, o grande campeão de votos é o estreante João Campos. Filho do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos e bisneto do ex-governador Miguel Arraes. Campos, com apenas 23 anos, recebeu 10,63% dos votos válidos. Foram 460.387 votos.

Saiba quem são os eleitos com votos próprios em 2018

1) Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) - 1.843.735 - reeleito - escrivão de polícia federal

2) Joice Hasselmamm (PSL-SP) - 1.078.666 J – primeira eleição – jornalista

3) Celso Russomano (PR-SP) - 521.728 - reeleito - bacharel em direito, jornalista e empresário

4) Kim Kataguiri (DEM-SP) - 465.310 - primeira eleição - ativista digital e conferencista

5) João Campos (PSB-PE) - 460.387 - primeira eleição – engenheiro

6) Tiririca (PR-SP) - 453.855 reeleito - artista circense e humorista

7) Marcel Van Hattem (Novo-RS) - 349.855 - primeira eleição - cientista político e jornalista

8) Helio Fernando Barbosa Lopes (PSL-RJ) - 345.234 - primeira eleição - subtenente do Exército

9) Marcelo Freixo (PSol) - 342.491 - primeira eleição – professor

10) Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) - 323.264 - primeira eleição - PM e técnico em enfermagem

11) Sargento Fahur (PSD-PR) - 314.963 - primeira eleição - PM (Rotam)

12) Capitão Wagner (Pros-CE) - 303.593 - primeira eleição – PM

13) Delegado Waldir (PSL-GO) - 274.406 - reeleito - delegado de polícia civil

14) Felipe Francischini (PSL-PR) - 241.537 - primeira eleição - advogado

15) Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG) - 230.008 - reeleito – empresário

16) Alessandro Molon (PSB-RJ) - 227.914 - reeleito - advogado e professor universitário

17) Gleisi Hoffmann (PT-PR) - 212.513 - primeira eleição – advogada

18) Celio Studart (PV-CE) - 208.854 - primeira eleição - advogado

19) Carlos Jordy (PSL-RJ) - 204.048 - primeira eleição - servidor público federal

20) Flordelis (PSD-RJ) - 196.959 - primeira eleição – administradora

21) Josimar Maranhãozinho (PR-MA) - 195.768 - primeira eleição – empresário

22) Reginaldo Lopes (PT-MG) - 194.332 - reeleito – economista

23) Marília Arraes (PT-PE) - 193.108 - primeira eleição – advogada

24) Eduardo Braide (PMN-MA) - 189.843- primeira eleição – advogado

25) Otto Alencar Filho (PSD-BA) - 185.428 - primeira eleição – administrador

26) JHC (PSB-AL) - 178.645 - reeleito - empresário

27) André Ferreira (PSC-PE) - 175.834 - primeira eleição - bacharel em turismo.





Eleições 2018: 20% dos candidatos ao Senado tiveram 1% dos votos

Crédito/fonte: Jonas Valente / Agência Brasil de Notícias - 15 de outubro de 2018


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Desde domingo (8), os vencedores nas bancadas para Senado e Câmara dos Deputados ganharam destaque no noticiário. Mas, por outro lado, a votação também mostra quem não conseguiu convencer o eleitor: candidatos que tiveram a menor votação nestas eleições.

A Agência Brasil conferiu estado a estado os candidatos que somaram 1% dos votos nas disputas ao Senado e 0,1% no pleito para um lugar na Câmara, considerados percentuais de baixo desempenho nas urnas.

Dos 8.588 candidatos a deputado federal, 2.998 tiveram 0,1% ou menos dos votos, o equivalente a 34,9% do total. Dos 358 candidatos a senadores, 20% (75) conseguiram apenas 1% ou menos dos votos.

Estados

Entre os estados, o com maior número de candidatos à Câmara que não ultrapassaram 0,1% foi São Paulo: com 1.010 concorrentes. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro (542), Minas Gerais (436), Bahia (228) e Pernambuco (159).

Partidos

Em relação aos partidos, os candidatos mais mal colocados concorreram por legendas como PRTB, PRP, PMB, PPL, Rede e PROS. Agremiações menores de esquerda, como PSTU, DC, PCO e PCB, também estão na lista.

Sudeste

O estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, foi o campeão em candidatos à Câmara dos Deputados, com 1.010 concorrentes ficaram na casa do 0,1%. A menor votação foi de Rosicleide Oliveira (PRTB), que recebeu apenas 10 votos. Na corrida ao Senado, quatro participantes fizeram menos do que 1%, dois do Rede e dois do PSTU.

Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, foi também o segundo estado com mais concorrentes à Câmara Federal na margem de 0,1% dos votos, com 436. Nas últimas colocações, três integrantes do PPL, como Paloma Pereira que obteve nove votos. Em relação ao Senado, cinco postulantes tiveram baixo desempenho.

O Rio de Janeiro teve quatro concorrentes ao Senado abaixo do 1% e 542 candidatos a deputado abaixo de 0,1%. No Espírito Santo, quatro postulantes ao Senado não foram além de 1%, e 15 candidatos a deputado ficaram com 0,1%.

Sul

No Rio Grande do Sul, cinco candidatos a senador ficaram com menos de 1%. Do total, 126 candidatos ficaram com menos de 0,01%.

Em Santa Catarina, foram quatro aspirantes ao Senado abaixo da marca de 1%. Entre os que miraram a Câmara Federal, 41 ficaram na casa dos 0,1%. Margarete Charão (PRTB) foi a menos votada, com 16 votos.

No Paraná, o Senado teve cinco candidatos que tiveram menos de 1% dos votos. Entre os concorrentes a deputado federal, foram 151 com 0,1%. O último foi Valdir Januário dos Santos (PRTB), com 12 votos.

Nordeste

A Bahia foi o estado nordestino com maior número de candidatos com mau desempenho na corrida à Câmara, com 228 candidatos na casa do 0,1%. Na disputa ao Senado, cinco concorrentes não foram além do 1% no estado.

Pernambuco ficou em segundo no quesito dos concorrentes à Câmara, com 159 com menos de 0,1%, sendo os três do DC. Dois candidatos ao Senado tiveram baixo desempenho: Lídia Brunes (PROS), com 0,67%, e Hélio Cabral (PSTU), com 0,25%.

O Ceará foi o terceiro em postulantes à Câmara com baixo desempenho, somando 68. Na luta por um lugar no Senado, apenas João Saraiva (Rede) ficou com menos de 1%, atingindo 0,28%.

O Piauí foi o campeão de candidatos ao Senado com baixa votação, com nove pessoas nesta situação. Na disputa para Câmara, 16 não superaram 0,1%.

No Maranhão, na corrida ao Senado, três candidatos tiveram menos de 1%. Na disputa para Câmara, 37 ficaram na ponta de baixo da tabela, com as últimas colocações de três indicados pelo PSOL.

Em Sergipe e em Alagoas, apenas dois candidatos ficaram dentro do percentual para cada estado. Na disputa pela Câmara, foram candidatos em Sergipe, e cinco, em Alagoas.

Na Paraíba, na corrida ao Senado, apenas Nivaldo Mangueira (PSOL) ficou na ponta de baixo, com 0,42%. Na disputa para a Câmara, o estado teve 13. Já o Rio Grande do Norte teve mais postulantes ao Senado na linha do 1%: três. E 14 pessoas não ultrapassaram 0,1% para deputado federal.

Norte

No Tocantins, apenas um candidato ao Senado teve menos de 1%: Melk Aires (PSOL), com 0,97%. Para deputado federal, foram dois com menos de 0,1% dos votos, ambos do PRTB.

No Pará, três candidatos ao Senado e 16 para Câmara ficaram entre os piores colocados. No Amapá, foram dois para senadores e nenhum candidato à Câmara fez 0,1%. As menores votações foram de Larissa do PSOL (PSOL), com 68, Ilka Pereira (PV), com 128, e Acenildo Costa (PV), com 163 votos.

No Amazonas, dois candidatos ao Senado ficaram com menos de 1% e 17 candidatos a deputado federal tiveram 0,1%. Em Roraima, apenas o aspirante a senador Lourival (PSTU) ficou abaixo do corte, com 0,38%. Na disputa por uma vaga na Câmara, dez ficaram com as piores colocações, sendo três do PHS.

No Acre, nenhum candidato ao Senado ficou abaixo do 1%. Na última colocação ficou Pedrazza (PSL), com 2,55%. Entre os aspirantes ao cargo de deputado, oito não atingiram 0,1%. Em Rondônia, apenas Ted Wilson (PRTB) ficou abaixo do corte, com 0,97%. No pleito à Câmara Federal, cinco não saíram da marca do 0,1%.

Centro-Oeste

Em Goiás, dois aspirantes a senador ficaram nas últimas colocações. O estado teve 48 candidatos a uma vaga na Câmara na casa do 0,1%.

No Distrito Federal, Chico Sant´anna (PSOL) e Robson (PSTU) foram os concorrentes a senador com votação abaixo de 0,1%, obtendo, respectivamente, 0,65% e 0,20%. Do total, dez candidatos a deputado federal ficaram no corte do 0,1%.

Em Mato Grosso, dois não chegaram ao 1% na corrida ao Senado. Na disputa pela Câmara, sete concorrentes não foram além do 0,1%. Em Mato Grosso do Sul, Betini (PMB) foi o concorrente ao Senado com pior desempenho, com 0,62%. Entre os postulantes a uma cadeira de deputado, oito não ultrapassaram 0,1%.

Candidatos a deputado federal que tiveram até dez votos:

Pati Vanzin (PROS-BA) - 3 votos

Ana Luiza (PHS-AM) - 5 votos

Paulinha (Avante–AC) – 6 votos

Paloma Pereira (PPL-MG) -9 votos

Nélia Carvalho (PPL-BA) - 9 votos

Marcia de Carcia (PROS-PE) - 9 votos

Osmar Silva (PRTB-SP) - 10 votos

Matias Morais (Avante-AC) – 10 votos

Binha Shalom (PROS-BA) - 10 votos

Rosicleide Oliveira (PRTB-SP) - 10 votos.





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