image          

EFB - A história da Estrada de Ferro de Bragança

Correio Bragantino News - Ferrovia | Atenção: os vídeo aqui editados foram autorizados por André França



Há mais de cem anos atrás o Governador Augusto Montenegro inaugurava a Estação da Estrada de Ferro de Bragança - EFB no centro dessa cidade, no local onde hoje tem uma praça, em frente ao terminal rodoviário. O rodoviarismo doidivanas dos anos sessenta - e da ditadura militar - acabou com ela e duas outras que existiam na Amazônia (a do Tocantins e a Madeira-Mamoré). Sobrou a da ICOMI, que ligava a Serra do Navio ao porto de Santana, no Amapá. Essa era privada e rentável, porque destinava-se a escoar a produção de manganês para os Estados Unidos.

Uma exposição no Museu da Marujada - fixa - e outra do Museu de Arte Sacra de Bragança - itinerante - comemoram o Centenário.

Eu comemorei ao meu modo, caminhando da Parada 29 (Bragança) até Belém, em janeiro deste ano, como foi aqui registrado dia por dia.

A SECULT está fazendo um excelente trabalho de resgate da Estrada de Ferro, com vistas ao tombamento do que ainda existe dela. O primeiro passo foi dado com o lançamento do projeto de restauração da estação da Colônia Benjamin Constant.

Sendo impossível cantar os parabéns para a velha Estrada de Ferro, vamos dar os parabéns para essas iniciativas - publicas e privadas - neste ano do Centenário dela.

* Texto postado por JOSÉ DE ALENCAR - Domingo, Setembro 07, 2008 - Fonte: Blog do Alencar ( http://blogdoalencar.blogspot.com ).




Vídeo sobre a história da Estrada de Ferro de Bragança - Vídeo Piloto

Ferrovia | Atenção: os vídeo aqui editados foram autorizados por André França


História

A Estrada de Ferro de Bragança foi uma ferrovia que existiu no Estado do Pará. Ligava a estação de São Brás na capital Belém à cidade de Bragança, numa extensão de 222 quilômetros em bitola de 1,00 metro.

A ferrovia começou a ser construída no ano de 1883 e já em 1884 foi inaugurado seu primeiro trecho, de 29 quilômetros, entre São Brás e Benevides. Em 1885, a E.F. de Bragança ganhou outros 29 quilômetros e atingiu a localidade de Itaqui, próxima a Castanhal, mas, as obras de construção ficariam paralizadas até 1901. Somente em 1908 a estrada atingiria a cidade de Bragança, chegando à sua extensão máxima.

A E.F. de Bragança pertenceu ao Governo do Estado do Pará até 1936, quando foi entregue à União Federal. Em 1957, foi uma das ferrovias formadoras da Rede Ferroviária Federal, que desativaria e suprimiria suas linhas alguns anos depois.



A história da estrada de Ferro de Bragança - Parte 01

Ferrovia | Atenção: os vídeo aqui editados foram autorizados por André França


Trajeto

A Linha Tronco da E. F. de Bragança passava pelo que hoje são os seguintes municípios, possuindo pelo menos uma estação em cada um deles:

Belém; Ananindeua; Marituba; Benevides; Santa Isabel do Pará; Castanhal; São Francisco do Pará; Igarapé-Açu; Nova Timboteua; Peixe-Boi; Capanema; Tracuateua; Bragança.

Sua estação terminal se encontrava na localidade de Tijocas, em Bragança.

A Linha Tronco da E. F. de Bragança passava pelo que hoje são os seguintes municípios, possuindo pelo menos uma estação em cada um deles:


Belém; Ananindeua; Marituba; Benevides; Santa Isabel do Pará; Castanhal; São Francisco do Pará; Igarapé-Açu; Nova Timboteua; Peixe-Boi; Capanema; Tracuateua; Bragança.


Sua estação terminal se encontrava na localidade de Tijocas, em Bragança.



A história da estrada de Ferro de Bragança - Parte 02

Ferrovia | Atenção: os vídeo aqui editados foram autorizados por André França


Ramais

A Estrada de Ferro de Bragança possuia também três ramais: de Icoaraci (em Belém), de Benfica (na atual Santa Bárbara do Pará) e de Prata (na atual Santa Maria do Pará).



A história da estrada de Ferro de Bragança - Parte 03

Ferrovia | Atenção: os vídeo aqui editados foram autorizados por André França


A estrada e o sonho. Existem trabalhos e momentos em nossa vida que realmente são difíceis de esquecer, para mim a estrada de ferro está nesse patamar, foi um dos momentos mais marcantes de minha vida e carreira profissional (que ainda é pequena).

Toda a viagem foi pautada dentro de um equilíbrio do que não poderíamos e do que poderíamos fazer, mas no dicionário da equipe nunca houve “isso nós não podemos fazer”, sempre era, “isso vai dar certo, vamos conseguir”, em outras palavras, otimismo puro.

Logo que deixamos a padaria do viaduto o sol já começava a nos dizer bom dia com os seus primeiros raios. Nossa primeira parada oficial foi no canteiro central da Br-316 em Ananindeua para registramos a imagem da placa da cidade (cena que se repetiu ao longo de toda a viagem). Neste momento algo deixava a imagem feia: sacos de lixo. O cinegrafista, Jumbinho, começou, então, uma corrida para tirar os sacos de lixos da imagem, a cena era hilária para as 7 da manhã.

Feita a imagem, pé na estrada e na estrada paramos perto da antiga caixa d’água em Marituba, lá era a primeira parada do trem para o abastecimento de água, quem nos contou a história foi uma moradora (aparece no vídeo de hoje).

Foi neste momento que chegou a produtora da série. Depois dos “bons dias” começou o trabalho. Nossa primeira entrevistada da manhã era muito baixinha e precisávamos deixá-la um pouco maior. Conseguimos um pedaço de madeira para ela subir, ainda bem que a senhora topou numa boa e até sorrindo.

Nossas primeiras indicações de personagens começaram a surgir. Uns senhores passavam e diziam:

- Estrada de ferro, o seu Pompeu sabe de tudo, ele trabalhou lá.

Perguntei:

- Onde ele mora?

- Ah, é na rua logo depois da praça.

- Ok. Muito obrigado.

Colocamos a banda na rua e fomos atrás do seu Pompeu. Um senhor extremamente simpático que recebeu a equipe muito bem. Aceitou fazer a entrevista, deixou os amigos do bate papo em frente a casa do visinho e veio conosco até a casa dele.

- Seu Pompeu, posso fazer um pedido pro senhor?

- Faça.

- O senhor poderia vestir uma camisa?

- Camisa? Dá sim. Só um momento.

A esposa dele, igualmente simpática veio com uma camisa que ele começou a vestir.

- Seu Pompeu, não me leve a mal, mas a sua camisa ta com a marca de uma cerveja e não ia ficar legal para a matéria, o senhor pode trocar?

- Posso sim, claro.

Momentos depois ele voltou vestindo uma blusa sem propaganda e dizendo:

- O cara que inventou camisa de manga curta é um corno.

- E o que inventou camisa de manga comprida? (perguntou a produtora)

- É corno duas vezes.

Foi difícil conter o riso nessa hora. Depois da entrevista, o seu Pompeu nos disse que no quintal de uma casa ali perto havia pedaços do trilho da EFB, nós fomos conferir. Confesso que vivi uma das muitas emoções ao ficar diante daquele pedaço de ferro enferrujado... Quantas histórias....

Seguimos viagem e desta vez fomos direto para o município de Benevides onde está o recanto de Moema.

Era ali que ficava uma das estações mais luxuosos da estrada de ferro, era lá também, o sítio de veraneio do antigo prefeito de Belém, Antônio Lemos, hoje pertence a uma imobiliária.

Quando entramos para fazer imagens, fomos bem recebidos pelo caseiro que até nos deu cupuaçu.

O mais interessante é que muitas pessoas que passam pelo recanto de Moema, na Br-316, nem imaginam o que funcionava lá.

- Obs: Trecho da reportagem de André França



A história da estrada de Ferro de Bragança - Parte 04

Ferrovia | Atenção: os vídeo aqui editados foram autorizados por André França


Olha a Maria Fumaça! Histórias para lembrar.

Para Julinha dos cabelos prateados...

Menina faceira, vestida de festa a caminho da estação. Chegadas as férias, é hora de voltar para casa. Lá vai a menina, chamada Julinha, filha dileta do Luís do Macário e de Maria dos Anjos, moradores de Igarapé-Açú, que vieram de longe ainda pequeninos de outras estações, na Terra de Espanha. Hoje, com os cabelos prateados, vai comemorar 80 anos. Não por acaso é minha mãe e conta histórias e encanta as filhas, os netos e o bisneto. As histórias da Julinha não são para guardar no baú. Aqui uma delas é compartilhada com os amigos.

Quando as crianças em algazarra gritavam "Olha a Maria Fumaça!", falavam do trem, aquele que não existe mais. Conta Julinha que a primeira estação da Estrada de Ferro de Bragança (EFB) ficava na rua 16 de Novembro, nas imediações da atual rua Avertano Rocha. De lá saía a Maria fumaça, a máquina a vapor que puxava a composição de passageiros, conhecida como Horário, que levaria os estudantes de volta a casa. Aquela Maria Fumaça, que abrigou Julinha, tinha duas classes e como em filmes ingleses, a primeira classe com poltronas de palhinha para duas pessoas. Eram como quatro ou cinco vagões. Mas tinha segunda classe, um único vagão, que trazia bancos corridos: dois nas laterais e dois ao centro, um de costas para o outro.

O caminho de volta à cidade natal era comprido. A Estrada de Ferro tinha uma extensão de 222 quilômetros até Bragança; Igarapé-Açú ficava no km 111, a meio caminho.

Na Maria Fumaça - O trem saía às 7 horas da gare de São Braz, hoje Terminal Rodoviário Hildegardo da Silva Nunes. A primeira parada era em Ananindeua, só para descida e subida de passageiros; tudo muito rápido, para que fosse cumprido o tempo regulamentar da viagem. Em seguida, Marituba, vila operária da Estrada de Ferro, onde a Maria fumaça era abastecida de água e lenha. Seguindo viagem, chegava-se a Benevides nos mesmos moldes da parada anterior, mas lá havia um ramal, uns 11km de estrada com um trenzinho puxado a burro. O ramal ia à vila de Benfica. Diz minha menina no depoimento: "ainda andei no trenzinho, um barato! Era um lindo lugar à beira de um rio. Era criança e como vai longe ..." E o trem seguia para Sta. Izabel do Pará. Antes da estação o trem era abastecido d'água.

Em Santa Izabel comprava-se a melhor "pipoca", feita de goma (polvilho, naquele tempo!). As pipocas vinham em saquinhos de papel de seda colorido. Pena que a parada era só para embarque e desembarque, não dava pra Julinha comer demais. Seguindo a viagem, a boa Maria Fumaça parava na Vila Americano, bem rápido, e seguia para Apeú. Lá o trem passava por uma ponte de ferro sobre o rio Apeú, um belíssimo banho.

Próxima parada, Castanhal. O trem entrava imponente na gare mais bonita da Estrada com duas plataformas e o trem passava ao centro. Lá a demora era um pouco maior, a cidade comportava. Prosseguindo viagem, diz Julinha, "... Chegávamos à vila de Anhanga (hoje, São Francisco do Pará). Havia uma belíssima plantação da Ford do Brasil, mas era parada rápida. Parava-se também na vila do Jambú-Açú, caso tivesse passageiro, para embarque ou desembarque." Minha menina, pára, olha longe e prossegue: "era a vez de um lugar chamado Abacate. Lá o trem que parecia resfolegar, tomava [abastecia] água. A particularidade desse lugar era a venda de uma fruta gostosa chamada sorva, fruta que nunca vi em outro lugar por onde tenho andado."

Finalmente, a menina que ia de Belém, chegava à sua terra, a formosa Igarapé-Açú, já por volta de 11 horas. Era o fim de sua viagem, mas ela prossegue o relato contando: "Aí a parada era de 30 minutos para que os passageiros, saltassem e almoçassem. Os hotéis ficavam próximos à Estação e com 20 minutos de parada tocava a sineta da estação avisando os que haviam saltado para se apressarem. Ah! Esqueci antes de entrar na cidade, havia uma ponte de ferro, sobre um igarapé.

Prosseguindo passávamos por duas pontes de ferro, chamada primeiro e segundo Caripi, pouco mais estamos em São Luiz, uma vila, onde a parada também era rápida. Logo estávamos na Vila de Livramento, passávamos sob uma ponte de ferro, cheia de arcos. O rio lá em baixo de água escura, tinha o nome do lugar, Livramento. Continuando era a vez de Timboteua, vila pequena, e de lá, rumávamos para Peixe-Boi, vila maior, rio maravilhoso, era um dos melhores climas do Brasil, lá havia fazendeiros, tinha venda de queijo, todas as pessoas que podiam não deixavam de comprar, pois era de um sabor incomparável.

Daí seguíamos para Capanema, cidade maior, mas sem nada de especial, a seguir Tauari, Mirasselvas ou Quatipurú. Eu acho que havia uma parada para abastecer a composição. Não lembro ao certo. Sei que a última vila era Tracuateua que de especial tinha um campo agrícola do Ministério da Agricultura, subordinado ao que havia em Igarapé-Açú, finalmente chegávamos a Bragança, chamada até hoje a Pérola do Caeté, pelo belo rio que banha a cidade, com a famosa festa de São Benedito, Marujada, fartura de peixe, camarão, frutas e o famoso igarapé chamado Xumucuí.”

"Espera um pouco, esqueci de falar do trenzinho do Prata ..." Essa ficou só para nós da casa da Júlia.

* Fonte: Site da UFPA.



A história da estrada de Ferro de Bragança - Parte 05

Ferrovia | Atenção: os vídeo aqui editados foram autorizados por André França


E. F. Bragança - Fotos de Castanhal-Pará Acervo de Pedro Mota Filho

Como coisas boas devem ser compartilhadas e democratizadas, depois de alguns dias consegui encontrar tempo para criar um álbum para o acervo de Pedrinho Coelho no Picasa 2, do Google. Nas fotos que consegui me lembrar com segurança, fiz legendas. Prometo um dia pedir a ele que me ajude a completar as legendas. Agora elas já estão disponíveis para consulta e download pelos interessados. Rogério Miranda, que prepara uma dissertação de mestrado (de Geografia) sobre a Estrada de Ferro de Bragança, foi o primeiro a consultar.

* Fonte: Blog do Alencar ( http://blogdoalencar.blogspot.com ).



A história da estrada de Ferro de Bragança - Parte 06

Ferrovia | Atenção: os vídeo aqui editados foram autorizados por André França


Resumo:

Às 23h do dia 2 de abril de 1908, o senhor Governador Augusto Montenegro partiu em comboio especial, de uma parada na Gentil Bittencourt com a 22 de junho, com destino a Bragança, acompanhado de sua comitiva (Srs. Desembargador Tomaz Ribeiro, Drs. Arthur Lemos, Lira Castro, Hernann Schindler, Virgilio Sampaio, Aminthas Lemos, Inocêncio Hollanda, Visconde de Monte Redondo, José Barbosa dos Santos Sobrinho, Dr. Joaquim Lalôr, Capitão Cassulo de Melo, Ajudante de Ordens do Governador e os jornalistas A. Miranda, de “O Jornal”, e Raimundo Tavares, de “A Provincia”).

Às 6 horas e 45 minutos, o trem se aproximou de Bragança. Antes mesmo de entrar na cidade, o povo se aglomerava às margens da Estrada, saudando o Governador que, postado na plataforma, agradecia com efusivos gestos.

O povoado do Taíra (hoje bairro), saudou a passagem do trem com uma grande queima de fogos.

O Governador Augusto Montenegro foi recebido pela menina Cesarina, filha do Sr. Pedro Serra, com um buquê de flores naturais, seguida dos Srs. Major Simpliciano Fernandes de Medeiros, Intendente Municipal; agrimensor Angelino Lima, diretor da Estrada de Ferro de Benjamin Constant; José Marques da Silva, Diretor do Grupo Escolar; José Paulino dos Santos Mártyres, Antônio Paixão, Miguel Nobre da Cunha, Rodolpho Penonte, Dr. Martins Miranda, Juiz Substituto; Dr. Luiz Guterrez, Juiz de Direito; Dr. Magno Pinheiro, Tenente Coronel Tomás de Paula Ribeiro, todos vogais do Conselho Municipal e membros da sociedade bragantina ali presentes.

A inauguração da Estação Ferroviária de Bragança aconteceu em 7 de setembro de 1908. Cerca de três mil pessoas aguardavam, com entusiasmo, na praça da estação ferroviária, o momento da inauguração da estação terminal da Estrada de Ferro de Bragança, e do busto em mármore do Governador do Estado, Augusto Montenegro.



Bragança: imigrantes ajudaram a construir legado

A história dos imigrantes que se estabeleceram em Bragança se confunde com a da Pérola do Caeté. Afinal, foi em parceria com os portugueses e espanhóis que os caeteuaras avançaram em seu desenvolvimento. De Portugal, Bragança herdou desde o nome, para homenagear o município homônimo, desde então já existente no Além Mar, assim como Viseu, Ourém, Santarém. Mas o legado dos primeiros colonizadores vai muito mais longe. Foi no final do século 19 até a primeira década do século 20 que, sob o comando de portugueses, os arruamentos do atual centro da cidade foram feitos e as principais construções históricas também: o Mercado Municipal, atualmente fechado para reforma sem andamento, e o palacete Augusto Correa, sede oficial da Prefeitura Municipal, em estilo eclético - interditada pelo Corpo de Bombeiros, dado à falta de conservação - e ainda, o pavilhão Antônio Lemos, belo coreto em alvenaria e ferro, localizado no centro da praça Antônio Pereira. Além dos prédios públicos, há ainda residências e comércios de famílias portuguesas, que proporcionam a Bragança um perfil singular, a exemplo do casario colonial que adorna a orla do Caeté, até hoje, em composição com o rio que banha o município, o principal cartão postal da cidade.

Já os espanhóis deixaram poucas marcas na arquitetura, à exceção do sobrado onde durante mais de um século funcionou a tradicional Casa Madrid. Com seu jardim de inverno central, o lugar assegura com estilo a influência dos europeus mais ‘calientes’ em terras caeteueras. Entretanto, a contribuição para a economia do município foi de enorme relevância. Durante a primeira metade do século XX, quando o beneficiamento da cana de açúcar proporcionou grandes ganhos para Bragança.

A produção na comunidade espanhola, organizada na colônia Benjamin Constant, era tão grandiosa, que até o projeto da Estrada de Ferro de Bragança (EFB) foi expandido por conta do sucesso do investimento. Para garantir o escoamento do açúcar, mel, rapadura e vinagre fabricado no interior, a ferrovia se estendeu em mais 21 Km. Para isso, também foi necessária a construção da ponte do Sapucaia, cuja estrutura daquela época se mantém até hoje. Antes da ferrovia, a produção saía da colônia pelo rio Jejuí, até o Guamá, por onde seguia abastecendo os pontos de venda, ao longo da margem, até que chegasse à capital, final da freguesia. Do povo espanhol, além da história, contida em dezenas de teses acadêmicas, e do impulso econômico que deu ao município, restaram os descendentes dos Castanho, Gardunho, Garcia, Valadares, Gonçalves, Quadros, Risuenho, Felipe, que figuram até hoje como nomes de ruas, praças e escolas.

(Diário do Pará)



Click aqui para ver as fotos do Acervo de Pedro Mota Filho

PUBLICIDADE CB NEWS

image

Previsão de Tempo CPTEC/INPE

Parceiros Correio Bragantino News

Click aqui !!!
Rádio Ajuruteua transmitindo sua programação musical com qualidade sonora de 96 kbps AAC+. Click no banner e acesse o site da emissora

Crônicas & Opiniões

image
image
image
image
image
image
Click nos links para ler as crônicas

Sites de Rádios e Serviços Regionais

- Emissoras de Rádios AM e FM e serviços de Som da cidade de Bragança-Pará